Guia completo sobre a produção de queijo em Minas Gerais

Para fazer a economia de um estado girar, é possível utilizar diferentes artifícios, e um deles é o turismo gastronômico. Em Minas Gerais, por exemplo, a produção de queijo tem atraído visitantes que se interessam por conhecer um pouco mais sobre a fabricação desse alimento tão querido pelos brasileiros.

Com isso, os produtores começaram a oferecer roteiros que mostram todo o processo de produção e permitem que os turistas experimentem as iguarias. Para quem ama queijo, esse é um passeio imperdível.

Então, decidimos elaborar um guia completo para que você saiba como funciona a fabricação desse alimento em Minas. Vamos abordar os tipos de queijo, as regiões produtoras, por que conhecê-los e, por fim, traremos 4 minirroteiros no estado. Acompanhe!

Descubra a história da produção de queijo Minas

É difícil conhecer um brasileiro que não tenha experimentado algum queijo de Minas, não é mesmo? Essa delícia faz parte da culinária do país, estando presente no café da manhã, como recheio de pão, e em diversas receitas salgadas que acompanham o almoço e a janta.

Sendo assim, é um alimento bastante versátil, que pode até ser combinado com comidas doces, como o famoso Romeu e Julieta (sobremesa de queijo Minas com goiabada). Mas você já parou para pensar na história desse preparado?

No ano de 2008, o Instituto Patrimônio Histórico Nacional (Iphan) reconheceu o queijo Minas como Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro, mas poucos sabem como essa tradição mineira secular foi desenvolvida.

Esse alimento chegou ao Brasil com a vinda das famílias portuguesas, que carregaram consigo uma técnica de produzir queijo coalhado a partir de leite fresco. Essa época coincidiu com a descoberta do ouro na capitania de Minas Gerais, trazendo diversos portugueses ao país em busca de riquezas.

Ao pisarem em terras mineiras, essas famílias perceberam que a região contava com condições geográficas e ambientais favoráveis para a produção do queijo. Com isso, os portugueses adaptaram as suas receitas no solo mineiro, fazendo surgir o nosso tão querido queijo Minas.

Ele se tornou um alimento imprescindível para as viagens em busca de ouro, pois ficava com a qualidade intacta ao longo do dia, resistindo às longas jornadas dos viajantes.

Desde então, a produção de queijo começou a ser feita em larga escala; por isso, atualmente, o Brasil ocupa o 6º lugar no ranking de maiores produtores de queijo do mundo.

Apenas em Minas Gerais, são fabricadas cerca de 220 mil toneladas de queijo Minas por ano, fazendo com que o estado seja responsável por fornecer mais da metade desse alimento consumido a nível nacional.

Entenda como funciona a produção de queijo em Minas

Cada região produtora realiza a fabricação do queijo em Minas de um modo diferente, mas, independentemente disso, o resultado acaba sendo influenciado por questões como:

  • temperatura e clima da serra;
  • pasto;
  • alimentação dos animais;
  • modo manual de trabalhar o queijo;
  • conhecimento acumulado sobre a produção familiar e caseira.

O queijo de Minas artesanal só pode ser assim considerado se preencher uma série de requisitos previamente estipulados. Nesse sentido, é necessário que o produto seja feito numa propriedade rural, por meio do leite cru, recém-ordenhado e integral, adicionando também o fermento natural pingo e realizando a prensagem manual.

Além disso, é necessário haver o período de maturação, também conhecido como cura, que consiste no processo de mudanças sensoriais, microbiológicas e físico-químicas que acontece quando o queijo é exposto durante um tempo às condições de temperatura e umidade ideais, o que garante a retirada de bactérias e demais micro-organismos.

Esse período de maturação é o que define o sabor, cor, cheiro, textura, enfim, as características gerais do queijo produzido. Com isso, o tempo de cura varia bastante de acordo com cada tipo de produto.

De forma geral, podemos dizer que o primeiro passo na produção de queijo Minas começa pela ordenha do leite, sendo aproveitada com a temperatura natural do peito da vaca. Depois dessa etapa, chega a hora de coar o leite, adicionando o coalho e aguardando 40 minutos em descanso.

Após esse período, retira-se o soro para depois apertar a massa. Nessa etapa, o queijo já começa a ganhar a forma que conhecemos quando vamos comprá-lo em mercados ou outros tipos de estabelecimento. Então, é necessário salgá-lo e colocar para secar. Já no dia seguinte, os queijos são lavados e podem ser consumidos, caso o tempo de maturação definido pelo produtor seja de apenas um dia.

Queijo em processo de maturação. Foto via: primeirahora.com.br

Conheça as regiões produtoras de queijo em Minas Gerais

Por ser referência na produção de queijo no país, não faltam regiões em Minas Gerais para conhecer de perto como esse alimento é levado até a sua mesa. Confira abaixo algumas delas!

Serra da Canastra

Certamente, você já ouviu falar no queijo canastra, não é mesmo? Essa é uma receita proveniente da Serra da Canastra, cuja exclusividade de produção existe há mais de 200 anos. O sabor dele é um pouco mais forte que o dos queijos comuns, sendo também bastante macio.

O queijo canastra é feito em sete cidades, mas São Roque de Minas é a principal delas, onde foi organizada a Associação dos Produtores de Queijo Canastra (Aprocan).

Além de possuir os queijos mais premiados do mundo, a Serra da Canastra também conta com paisagens de tirar o fôlego. Foto via: Catraca Livre

Serro

O queijo dessa região é um dos mais premiados do país, sendo produzido por dez municípios: Serro, Sabinópolis, Dom Joaquim, Conceição do Mato de Dentro, Alvorada de Minas, Materlândia, Rio Vermelho, Santo Antônio do Itambé, Paulistas e Serra Azul de Minas.

Devido ao clima quente, o queijo costuma ser menos maturado e mais macio, sendo mais úmido e apresentando também um sabor de maior acidez.

Queijo do Serro – Foto por: Tiago Geisler – Via: Conheça Minas

Serra do Salitre

O solo fértil, a água abundante e o clima ameno da Serra do Salitre favorecem a produção de queijo. O sabor da iguaria é bem cremoso e suave, sendo intensificado conforme o tempo de maturação.

Nessa área mineira, você pode encontrar o queijo fresco, curado, meia-cura e imperial, que tem uma resina amarela com o objetivo de fornecer uma cura mais lenta.

O queijo da Serra do Salitre é normalmente envolto por uma resina amarela. Foto via: @QueijoSerrraDoSalitre

 

Araxá

A produção de queijo na microrregião de Araxá inclui as cidades de Sacramento, Perdizes, Pratinha, Conquista e Ibiá, entre outras. No local, existem diversos produtores que já foram premiados ao nível estadual, nacional e até mesmo internacional.

Em 2017, a França elegeu o queijo de Araxá como o melhor do mundo! Ele tem um gosto bem suave e, como você pode perceber, é capaz de encantar muita gente!

Em Araxá, a fabricação queijeira usa a técnica introduzida pelos colonizadores portugueses. Foto via: olharturistico

Triângulo Mineiro

Contando com dez municípios, a região do Triângulo Mineiro também é um das principais produtoras de queijo no estado. Ao todo, existem 1,3 mil produtores desse alimento na área.

A cor característica dessa iguaria é o amarelo-ouro, apresentando suavidade e diversidade de sabores. Você pode degustar, por exemplo, gorgonzola, parmesão e gruyère. No geral, os queijos são bem macios e têm uma pequena camada mais sólida.

Em 2019, Uberlândia, no triângulo mineiro, foi palco do 12º Concurso Estadual de Queijo Minas Artesanal. Foto via: Emater MG

Cerrado

A região do Alto Parnaíba criou o “queijo do cerrado” em 2006, que tem um marcante sabor amanteigado e textura macia, sendo, também, bastante premiado.

Os produtores recomendam que essa delícia seja consumida ainda fresca, logo na parte da manhã, na fase de maturação média. Assim, é possível saborear melhor o que esse delicioso queijo tem a oferecer.

Foto via: portal do queijo

Campo das Vertentes

Por fim, o último item da nossa lista é a área de Campo das Vertentes, que abrange 15 municípios. Há 10 anos, essa região foi reconhecida como produtora de queijo Minas artesanal.

A casca do queijo de Campo das Vertentes é considerada semidura, com cor amarelo palha, podendo apresentar algumas olhaduras, que são os famosos furinhos.

Queijo Campo das vertentes – Foto via: portal do queijo

Saiba por que você deve conhecer a produção de queijo mineira

Se você é apaixonado por queijo, não pode deixar de conhecer a produção dessa iguaria mineira. Isso, porque ela é diferente de tudo que você já provou, dado que tem características que só Minas Gerais pode oferecer.

Além disso, existem diversos motivos para se aventurar num roteiro de produção de queijo mineiro, já que o estado é uma referência brasileira quando o assunto é culinária, segue ganhando diversos prêmios do setor e o seu apreço é em escala mundial — além de ser uma ótima “desculpa” de atração turística para conhecer o estado. Saiba mais!

Referência brasileira

Pode apostar: quem vai a Minas e experimenta o queijo da região decide comprar vários para levar de volta para casa! O sabor e a textura inigualáveis fazem parte da culinária mineira, encantando todos e se tornando uma referência no país.

Além disso, a tradição é o que encanta tanto mineiros quanto turistas. Para quem vive no eixo sul-sudeste do país, saiba que aquele queijo esbranquiçado e molhado, que é o queijo frescal, nem se compara ao Minas artesanal.

O frescal não sofre o tempo de maturação e ainda é pasteurizado, ou seja, são adicionados componentes. Dessa forma, ao conhecer o queijo Minas artesanal, é difícil conseguir esquecê-lo e não voltar para o estado em busca de mais!

Apreciação mundial

Se você pensa que o queijo mineiro encanta apenas os brasileiros, saiba que está enganado. Como já dissemos, existem regiões que, inclusive, ganharam prêmios internacionais, como Araxá.

Aliás, sabia que Minas conquistou 50 medalhas no Mondial du Fromage, concurso gastronômico da França? Isso demonstra como é necessário valorizar a nossa culinária!

Dessa forma, com simplicidade e dedicação, os produtores de norte a sul do estado conseguem fabricar queijos aclamados mundo afora.

Premiações

Neste guia, nós falamos algumas vezes sobre os prêmios ganhados pelos produtores de queijo em Minas. Agora, chegou a hora de desmembrar esse assunto para que você conheça a dimensão da importância dessa iguaria no estado.

Todos os anos, a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater-MG) organiza o Concurso Estadual do Queijo Minas Artesanal. Em 2019, o vencedor foi um produtor de Ibiá. Além disso, é comum que as próprias regiões que produzem queijo façam concursos para premiar os produtores locais.

A nível nacional, Minas já conquistou reconhecimento na maior premiação voltada para queijo artesanal no país, que é o Prêmio Queijos Brasil. A delícia de Alagoa, por exemplo, já ganhou medalha de bronze no Mondial du Fromage, na França, e foi considerada o melhor queijo artesanal de leite cru do país, conquistando o Super Ouro no III Prêmio Queijos Brasil.

Atração turística

Tanto para visitantes nacionais quanto internacionais, o turismo gastronômico é algo que desperta o interesse. Nesse caso, a famosa comida mineira ganha destaque como uma particularidade marcante do país. Afinal, conhecer a culinária local ajuda a aprender também sobre a história do lugar, chamando a atenção dos turistas.

Aliás, em 2018, 97,3% dos turistas estrangeiros que visitaram o estado aprovaram a gastronomia de Minas, estimulando todo o setor a investir nesse tipo de atração. Isso também começou a incluir os produtores de queijo, que passaram a organizar rotas para os visitantes conhecerem melhor a produção do alimento.

Assim, é possível passear pelas fazendas e saber um pouco mais sobre todo o processo de fabricação, desde o momento da retirada do leite até a finalização do produto. Essa costuma ser uma experiência incrível para os visitantes, que, inclusive, podem fazer mais de uma rota para aproveitar bem e conhecer as variedades de queijo mineiro.

Faça 4 rotas para conhecer a produção de queijo em MG

Então, já ficou com água na boca sonhando com os diversos queijos mineiros que pode experimentar? Para isso, vale a pena montar um plano de viagem que englobe as regiões que fazem a produção dessa iguaria.

Pensando nisso, elaboramos 4 minirroteiros que você precisa conhecer quando for visitar Minas Gerais. Confira!

Rota 1: queijo Braúnas, em Diamantina e Serro

A primeira rota é para o queijo Braúnas, que fica no norte do estado, na região do Serro e Diamantina. Produzido com leite cru, pingo, sal e coalho, a iguaria da Fazendo Braúnas não decepciona.

A maturação ocorre a 1.300 metros de altitude, o que promove um sabor único para o alimento. Todo o processo de produção é feito com muito cuidado e higiene. Aliás, o primeiro passo para a fabricação do queijo na fazenda é o pré-dip, que é a higienização das tetas da vaca.

Para acompanhar a degustação do queijo, nada melhor que uma bebida, não é mesmo? Para isso, você ainda pode experimentar os vinhos e cervejas da região. Se preferir, em Diamantina, é possível visitar vinícolas! Ou seja, esse é um passeio imperdível, não é mesmo?

Rota 2: queijo Cruzília, em Campo das Vertentes

Outra opção de rota para você conhecer melhor a produção de queijo em Minas Gerais é a do queijo Cruzília, que fica no sul do estado, em Campo das Vertentes. Essa área é especialista em queijos de origem europeia, como brie, gorgonzola e gruyère.

Fundado em 1984, o queijo Cruzília tem uma longa história de sucesso e reconhecimento, tendo sido, inclusive, premiado em 2019 como um dos melhores no concurso francês Mondial du Fromage.

O Queijo Azul de Minas, por exemplo, é feito com leite selecionado, maturação de 45 dias e ainda leva cepas especiais de fermento. Tudo isso promove uma cremosidade e sabor inesquecíveis para quem tem a chance de prová-lo.

Para conhecer de perto o processo de produção, não deixe de visitar a fábrica Cruzília, que fica na cidade de mesmo nome. Lá, você pode ver como é a criação dos animais e ainda experimentar queijos de cabra e ovelha, além do tradicional queijo da vaca.

Rota 3: queijo d’Alagoa, nas Terras Altas da Mantiqueira

Certamente, o queijo d’Alagoa é um dos mais conhecidos da região das Terras Altas da Mantiqueira, além de ser um dos mais premiados do estado. Conhecido como a Rota do Queijo e do Azeite, esse passeio proposto pelos produtores do queijo d’Alagoa faz os visitantes viverem uma experiência verdadeiramente única.

Logo no início, bem cedo, os turistas caminham pela Fazenda Cauré, passando por baixo das oliveiras, avistando saguis pelas árvores e ainda podendo colher limão-rosa e outras frutas da estação. Depois, chega o momento de experimentar as variedades de azeite com os queijos d’Alagoa.

Na parte da tarde, depois do almoço no Restaurante Dona Inês, você conhece a Fazenda 2M, que é a queijaria. No local, é possível observar toda a produção de queijo e, se tiver tempo, passear nos lagos de peixes e caminhar até o Pico do Santo Agostinho, que fica a 2.377 metros de altitude.

Deu para perceber que esse é um passeio bem bacana, não é mesmo? Ele dura o dia todo, das 9h às 16h, mas saiba que explicamos a rota expressa, já que a completa leva dois dias. Ainda assim, você consegue aproveitar bastante num dia só!

Rota 4: queijo Canastra, na Serra da Canastra

Depois do queijo d’Alagoa, você não pode deixar de fazer a rota do queijo Canastra, localizada na Serra da Canastra. Esse é um passeio indicado pela queijaria Estância Capim Canastra, que coleciona premiações com os seus famosos queijos.

A fazenda é atualmente comandada pelo veterinário Guilherme Ferreira, integrante da quinta geração da família que produz queijo a partir de leite cru. Premiado internacionalmente, a qualidade do produto é inquestionável.

Ao visitar o local, você conhece quatro diferentes tipos de queijo, com distintas maturações e apresentações. Além disso, a queijaria tem uma parte destinada à recepção de convidados, cave para afinação de queijos e ainda é experiente em eventos como o Festival de Balão da Canastra. Então, diversão, sabor e conhecimento não vão faltar durante o passeio.

Veja dicas sobre outros pontos turísticos

Ao planejar a sua viagem, com foco especial na produção de queijo, não deixe de aproveitar para conhecer outros lugares próximos das regiões produtoras. Afinal, vale muito a pena estender a sua estadia.

Minas Gerais é um estado brasileiro muito conhecido pelas suas belas paisagens naturais, encantando aqueles que procuram o ecoturismo, pela culinária diversificada e saborosa, pelos seus eventos culturais e muito mais. Sendo assim, não faltam motivos para visitar essa terra.

Na região do Serro, por exemplo, as casas coloniais e igrejas são encantadoras, mas, para quem prefere contato com a natureza, é possível aproveitar cachoeiras e trilhas.

Serro, MG: queijos e igrejas, tesouros da Estrada Real. Foto via: Casa de Caco Multimídia

No Triângulo Mineiro, é possível conhecer algumas das famosas cidades históricas de Minas Gerais, além de aproveitar trilhas, cachoeiras e lagos, conhecendo, inclusive, um pouco mais sobre a cultura local por meio de museus.

Já na Serra da Canastra, um ponto imperdível é o Parque Nacional da Serra da Canastra, que conta com vegetação de cerrado e mata atlântica, além de quase 30 cachoeiras. Enquanto algumas delas têm acesso livre, outras são apenas para contemplação.

O Parque Nacional da Serra da Canastra fica no estado de Minas Gerais, a 350 km de Belo Horizonte

Outro lugar interessante para visitar é o Campo das Vertentes, em especial a cidade de São João Del-Rei, que conta com belas estruturas arquitetônicas, promove passeio de maria-fumaça e ainda tem uma formação rochosa milenar, que é a Serra do Lenheiro.

Essa região também abriga a cidade de Tiradentes, que tem uma arquitetura histórica e as famosas ruas largas de pedra, sendo considerada um patrimônio histórico nacional. Esse é um dos lugares em que a arte barroca foi mais bem preservada, então, se você gosta desse estilo de arte, vale a pena dar uma passada no local.

Riqueza de cores e detalhes na arquitetura da rua da Câmara e Igreja Matriz de Santo Antônio, em Tiradentes.

Por fim, a região do Cerrado mineiro, com o seu conhecido café do cerrado. Essa área abriga a cidade de Patrocínio, que é a maior produtora nacional dessa bebida no Brasil. Se você, como a maioria dos brasileiros, é apaixonado por café, não pode perder a chance de visitar a cidade e conhecer um pouco mais sobre a produção da bebida.

Percebeu como, além de queijarias, Minas Gerais apresenta diversas opções de atrações turísticas? O estado é um dos mais diversos do país, contando com passeios para os mais variados gostos. Por isso, se possível, quando você estiver montando o seu roteiro para visitar as regiões voltadas para a produção de queijo, lembre-se de aproveitar a viagem e conhecer um pouco mais de Minas.

Se você gostou de ler este conteúdo, o que acha de aproveitar a visita ao nosso blog para baixar o nosso e-book sobre turismo em BH e descobrir o que fazer quando visitar a capital mineira? Você vai se surpreender com tanta riqueza, diversidade e hospitalidade!

Você também pode gostar

Deixe uma resposta

-