A gestão de mobilidade é um dos principais aspectos para o sucesso de qualquer operação logística ou comercial. Nesse cenário, para muitos gestores, a dúvida sobre manter uma frota própria ou terceirizada surge como um dilema recorrente.
- Afinal, o que pesa mais na balança: o controle total sobre o ativo ou a eficiência financeira e operacional?
No cenário econômico atual, onde a agilidade e a otimização de recursos definem quais empresas se mantêm competitivas, a decisão não pode ser baseada apenas em achismo: é preciso olhar para os números.
De acordo com o Anuário 2025 da Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (ABLA), o setor de locação movimentou R$ 52,9 bilhões em 2024, um crescimento de 17,8% que reflete uma mudança clara de mentalidade nas empresas brasileiras.
Se você está no momento de decidir o futuro da sua frota, continue a leitura. Vamos analisar as diferenças entre frota própria e terceirizada e explicar como fazer essa escolha de maneira inteligente e sustentável.
Vale a pena ter uma frota própria?
Ter veículos próprios no balanço da empresa pode até trazer uma sensação inicial de patrimônio e controle. No entanto, a posse de um veículo é acompanhada por um fenômeno financeiro inescapável: a depreciação.
Dados da Receita Federal e de consultorias automotivas indicam que um carro novo perde, em média, 20% do seu valor de mercado logo no primeiro ano.
Para uma empresa, isso significa que o capital investido na compra está derretendo silenciosamente. Além disso, a frota própria exige uma estrutura interna robusta para gerenciar:
- Manutenções preventivas e corretivas;
- Pagamento de impostos (IPVA, licenciamento, DPVAT);
- Gestão de multas e sinistros;
- Negociação com oficinas e fornecedores de peças.
Toda essa burocracia consome o tempo de profissionais que poderiam estar focados no core business da organização. Na prática, o custo de oportunidade de manter uma frota própria costuma ser muito mais alto do que o valor que aparece na nota fiscal de compra.
É isso que os especialistas chamam de custos ocultos: despesas que não estão na planilha principal, mas que corroem a margem de lucro.
De acordo com estudos de logística, esses custos podem representar até 15% do valor total da operação de transporte quando não são geridos por especialistas.
Quando a terceirização de frotas vale a pena?
Na prática, optar pela terceirização de frotas é trocar um custo fixo e imprevisível por um investimento planejado.
Dessa forma, estudos de mercado apontam que a migração para o modelo de locação pode gerar uma economia real de até 40% nos custos totais de mobilidade.
A economia é sentida na eliminação da compra do veículo, e também na escala que uma locadora como a Lokamig possui.
Ao gerenciar milhares de veículos, a empresa costuma conseguir condições diferenciadas em manutenções, seguros e aquisição de peças, repassando essa eficiência diretamente para o seu contrato.
Abaixo, listamos os pontos que fazem da locação a escolha preferida de 54% das empresas que utilizam veículos no Brasil, segundo a ABLA:
- Preservação do capital de giro: Em vez de imobilizar milhões na compra de ativos que depreciam, sua empresa mantém o dinheiro em caixa para investir em expansão, tecnologia ou marketing.
- Previsibilidade total: Você paga uma mensalidade fixa. Esqueça as surpresas com quebras mecânicas inesperadas ou altas sazonais de impostos.
- Benefícios fiscais: Para empresas no regime de Lucro Real, o valor da locação pode ser deduzido como despesa operacional, gerando créditos de PIS e COFINS.
- Frota sempre nova: A idade média da frota das locadoras no Brasil caiu para 17,4 meses, enquanto a frota circulante em geral no país ultrapassa os 10 anos. Isso garante veículos mais seguros, econômicos e com menor emissão de poluentes, além de reduzir o tempo de veículo parado para manutenção.
- Flexibilidade operacional: Se sua empresa precisa dobrar a equipe de vendas para uma campanha sazonal, a terceirização permite adicionar veículos rapidamente. Se a demanda cair, você devolve os carros sem o prejuízo de ter um ativo parado perdendo valor no pátio.
Frota própria ou terceirizada: como decidir?
Para decidir entre frota própria ou terceirizada, o gestor deve realizar uma análise de TCO (Total Cost of Ownership). O cálculo vai além do preço do carro e inclui:
- Custo de capital (juros que o dinheiro renderia se não estivesse no carro);
- Taxa de depreciação anual;
- Custos administrativos de gestão;
- Gastos com manutenção e seguros.
Na grande maioria dos casos, quando todos esses fatores são colocados na ponta do lápis, a terceirização se mostra financeiramente superior.
No Brasil, cerca de 20% a 25% das empresas já terceirizam suas frotas, enquanto na Europa esse número chega a 70% e, nos Estados Unidos, a 65%. Os números mostram que ainda há um enorme espaço para ganho de competitividade nas empresas brasileiras que adotarem esse modelo.
A tendência é de crescimento acelerado: projeções indicam que o mercado de terceirização de frotas leves deve crescer cerca de 7,7% ao ano até 2027, impulsionado pela busca incessante por eficiência operacional.
Nesse contexto, com mais de 40 anos de experiência no mercado, a Lokamig entende os desafios do empresário brasileiro. Por isso, oferece soluções personalizadas que eliminam a burocracia e garantem que sua única preocupação seja o sucesso do seu negócio.
Pronto para transformar sua gestão de frota? Fale com nossos especialistas na Lokamig Frotas e solicite um estudo de viabilidade para sua empresa.
